Amostra

Uma Amostra por Guilherme Clichê

Sou o Pedro Almeida ou “Pedros Feio”, natural de Caldas da Rainha. Tenho 20 anos e estudo artes plásticas na Universidade de Évora. Como artista plástico, sou bastante influenciado pelo movimento graffiti e pela arte pop conceptual. Audaz no que toca e ceticismo e sarcasmo, declarei-me em 2020 como o primeiro artista do século XXI e, por conseguinte, o último artista do mundo. Atualmente ando interessado em instalação, e tem sido neste ramo da arte contemporânea que me tenho procurado expressar e encontrado uma área de conforto.

Boas! O meu nome é Gabriel Richieri, mais conhecido como “Ismo” na cultura Hip Hop & Graffiti e tenho 21 anos. Comecei apenas a desenhar aproximadamente a partir dos 15 anos. Entretanto o gosto pelo graff começou a fazer parte de quem eu sou e do mundo à minha volta. Gosto de escrever letras, tento procurar um estilo próprio (mais especificamente wildstyle) mas creio que é o eterno dilema para qualquer drunk. Represento com muito gosto os meus amigos, a dmc e a cidade de Évora. Mega props a todos o que fazem o que gostam e aos que tentam fazer. One Luv.

Alô, sou a Beatriz Nunes, conhecida como “Bi ao Quadrado”. Tenho 20 anos, sou natural de Redondo – Évora, e estou no 3° ano do curso de Design na Universidade de Évora. Sempre tive interesse no desenho e pintura, mas de momento, a ilustração, a fotografia e o editorial são as áreas em que me tenho focado. A gravura e a serigrafia foram dois mundos que descobri recentemente. Sinto que são técnicas artesanais nas quais me gosto de expressar, desde a preparação de uma matriz à impressão em si.

O meu nome é Afonso Narciso, tenho 23 anos e nasci nas  Caldas da Rainha. Cresci numa vila no concelho de Óbidos, Gaeiras. Sempre fui muito inspirado pela comunidade do skate e “street”. Desde sempre que gosto de fotografar, mas inseri-me recentemente no mundo das artes. Para mim, fotografia é muito mais que umas imagens, são registos de momentos. Momentos estes em que posso alterar com o poder da máquina fotográfica. Penso muito nas sombras, reflexos, silhuetas, etc. como estética da fotografia.

Sou a Carlota Marques, tenho 20 anos e sou natural de Leiria. Estou no 3º ano da licenciatura de Artes Plásticas e Multimédia na Universidade de Évora. Tenho explorado maioritariamente quatro áreas, escultura, instalação, performance e vídeo-arte. Tem sido através destes quatro suportes que o meu trabalho se tem naturalmente materializado. Diria que o meu trabalho se tem guiado principalmente pela curiosidade/vontade de trabalhar um material específico e a sua plasticidade mais do que os temas que abordo. Não obstante, existe sempre a preocupação de fazer com que o meu trabalho seja pertinente tendo em conta a atualidade, isto é, fazer com que se enquadre dentro do meio da arte contemporânea.

Olá, sou a Camila Valentina e em 2018 comecei a criar a minha marca Alien´s feelings, onde uso Aliens para de alguma forma expressar o que sinto em determinado momento. Eles tornam-se como uma espécie de diário, mas que só eu consigo ler e saber o verdadeiro significado. Coloco-os tanto numa folha de papel como numa peça de roupa. Uso peças de roupa em segunda mão como tela com o objetivo de lhes proporcionar uma nova vida para que dessa forma a minha marca apoie a economia circular e seja uma marca sustentável.

Chamo-me Francisco Damasceno dos Santos, natural de Setúbal, mais conhecido por “Pato”. Tirei a licenciatura em Évora no curso de Artes Plásticas e Multimédia e sou atualmente estudante do mestrado de Práticas Artísticas em Artes Visuais. Trabalho principalmente o desenho e a pintura, complementando-os com a escultura, técnicas aditivas, impressão e fotografia, animação, vídeo e 3D. As suas obras remetem quase exclusivamente a um lado mais satírico ou cómico que fazem parte da minha essência, acompanhado sempre de uma linguagem e visão contemporânea.

Ora boas, sou o Pedro Reis, também conhecido como Pedro “Marto” ou “Martir”. Tenho 20 anos, venho de Fátima e estou no 3º ano do curso de Design na Universidade de Évora. Sempre tive um leve interesse por música, ao ver o meu irmão Tiago a tocar guitarra, ele que apanhava qualquer música de ouvido. Isto fez com que me crescesse uma paixão, que se veio a formar e a reforçar no secundário. Tenho vários projetos, que tenho vindo a realizar para serem lançados ainda este ano. A música é algo que tem de ser sentido, pois para um músico, assim como qualquer artista a fazer a sua arte, tem de vir de dentro e ser sentida.